As 35 do continente, do Ártico à Patagônia — e os padrões que se repetem
As Américas reúnem 35 países, do Canadá ártico ao extremo sul do Chile. Suas bandeiras carregam a marca da colonização europeia — britânica, espanhola, portuguesa, francesa e holandesa — e das independências dos séculos XIX e XX. Três famílias visuais se destacam: os tricolores da Grã-Colômbia na América do Sul, o azul-branco da antiga federação centro-americana e as ilhas coloridas do Caribe. Veja todas, região por região.
Três gigantes, três símbolos totalmente distintos: a folha de bordo do Canadá, as estrelas e listras dos Estados Unidos (50 estrelas pelos estados, 13 listras pelas colônias originais) e a águia devorando a serpente do México.
A ponte entre dois oceanos. Cinco países herdaram o azul-branco-azul das antigas Províncias Unidas da América Central — Guatemala, El Salvador, Honduras, Nicarágua e Costa Rica são quase gêmeas. Belize e Panamá fogem completamente desse padrão.
Ilhas de independência recente (boa parte entre 1960 e 1980), com bandeiras cheias de sol, mar e diagonais. A Jamaica é uma das raríssimas bandeiras nacionais sem vermelho, branco ou azul — só verde, amarelo e preto.
O berço de dois grandes padrões: o amarelo, azul e vermelho da antiga Grã-Colômbia (Colômbia, Equador e Venezuela) e o azul-branco com o Sol de Maio (Argentina e Uruguai). O Brasil, com seu verde e amarelo, é o único de língua portuguesa.
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